Nasceu em Monreal, província de Navarra-España
no dia 25 de Março de 1902. Entrou na
Congregação, em Pamplona, no dia 08 de Setembro
de 1918.
Muere el 1
de febrero de 2005 a los 102 años y 10 meses |

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Se chegar aos 100 anos de vida é algo
extraordinário, mais extraordinário
ainda é chegar a esta idade com
domínio pleno de todas as faculdades.
Uma bengala na mão para melhor percorrer
todos os cantos da casa e conhecer,
através das Irmãs, quais as suas
necessidades mais urgentes; para
cumprimentar as jovens e, entre anedota
e anedota, aproveitar para dizer-lhes
alguma coisa que possa aproximá-las mais
de si mesmas e de Deus.
Leitura diária do jornal
para melhor conhecer o que acontece no
nosso mundo e, assim, encher os tempos
de oração com um conteúdo real e sempre
renovado. A esferográfica sempre na
mão, para escrever cartas, versos ou
anedotas... aquilo que melhor ajude o
destinatário. As contas do terço
passadas continuamente pelos seus dedos,
para recordar à Virgem aquilo que
Ela já sabe: que os homens e as mulheres
jovens, e menos jovens, necessitam da
sua protecção e do seu consolo de Mãe.
Fotografias de políticos, futebolistas e
toureiros... num quarto perfeitamente
limpo e ordenado. Um quarto cuja porta
permanece sempre aberta para acolher
quem chega e encontra a Ir. Tarsicia, a
quem os seus 100 anos ainda não
obrigaram à quietude. Deus foi e é bom
para com ela.
Deus foi bom para com a Congregação
porque, há 84 anos atrás, no-la
ofereceu. Hoje, Deus é bom ao fazer-nos
desfrutar do seu rosto sorridente, da
sua simplicidade, do seu carinho e da
sua serenidade. Deus é bom porque
suscita, nela e em todas as pessoas que
a conhecem, sentimentos de profunda
acção de graças por aquilo que a Ir.
Tarsicia é e representa.
Mª. Digna Díaz, rmi
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